INSTALAES PARA CAPRINOS PDF

Anamaria Candido Ribeiro Prof. Antonio Carlos Turcati Tobias Profa. Roberto Martins Manzan Profa. Rogria Maria Alves de Almeida Profa. Esta doena caracterizada pela presena de abcessos nos linfonodos gnglios linfticos superficiais e internos.

Author:Tojasho Tot
Country:Honduras
Language:English (Spanish)
Genre:Video
Published (Last):3 August 2010
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Anamaria Candido Ribeiro Prof. Antonio Carlos Turcati Tobias Profa. Roberto Martins Manzan Profa. Rogria Maria Alves de Almeida Profa.

Esta doena caracterizada pela presena de abcessos nos linfonodos gnglios linfticos superficiais e internos. Em casos crnicos, nas leses viscerais, o animal apresenta severo grau de anemia e hipoproteinemia devido a anorexia. Macroscopicamente o animal apresenta os linfonodos aumentados de volume, obtendo uma espessa capsula de tecido conjuntivo envolvendo o material purulento seco ou pastoso com grnulos de colorao amarelo esverdeado. J nas vsceras os abcessos so encontrados nos linfonodos bronquiais mediastnico, e nos pulmes ocorrem grandes abcessos isolados ou mltiplos, localizados ou nas broncopneumonias supurativas A linfadenite caseosa uma doena que causa perdas econmicas diversas aos rebanhos de caprinos e ovinos.

Medidas de controle como vacinao e os procedimentos de manejo tm obtido um relativo sucesso. A cintica da resposta imune em caprinos para esta doena, como tambm a avaliao de uma vacina eficaz se faz necessria para melhorar a eficcia das medidas destinadas sua profilaxia.

Palavras-chave: caprinos, linfadenite caseosa, ovinos, vacina. Histria O Corynebacterium pseudotuberculosis foi isolado pela primeira vez em por Priez Nocard, com alteraes similares a tuberculose do ovino. Etiologia O C. As colnias pequenas causam hidrlise entre 24 a 48 horas de incubao a 37C, por ser resistentes agentam por seis meses at 70C. Sendo inoculada em cobaias causa abcesso em pulmes e fgado levando a morte. Epidemiologia Segundo Prescott et al. A linfadenite caseosa eventualmente vem sendo encontrada em eqinos e bovinos, mas nos caprinos e ovinos que assume importncia sanitria e econmica.

A doena acomete tanto machos como fmeas em qualquer estao sendo os mais acometidos animais com idades acima de 2 anos. No h transmissores ou vetores especiais.

Os reservatrios so os doentes e as formas de infeco como solo, gua, alimentos contaminados por fezes de doentes, muco nasal e bucal, descargas purulentas de abcessos superficiais que se rompem. Esses abcessos rompidos contaminam camas e abrigos fazendo com que tenha a permanncia do microorganismo por longo tempo no meio ambiente YERUHAM et al.

A transmisso desta doena se d no meio ambiente pela ruptura de abscessos com microrganismos viveis para a habilidade dessas bactrias, ficando por um longo perodo no solo contaminando os animais: na madeira por uma semana; na palha por duas semanas; no feno por oito semanas e no solo por oito meses BLOOD e RADOSTITS, , p. No leste do Canad, em Alberta, a linfadenite caseosa uma das causas lderes de condenao de cordeiros para engorda e criao.

No estudo de Stanford et al. Patogenia Segundo Alves; Olander , p. Segundo etinkaya et al. A linfadenite caseosa uma doena infectocontagiosa crnica que acomete os caprinos e ovinos, sendo causada pela bactria Corynebacterium pseudotuberculosis.

A enfermidade ataca mais ovinos e caprinos atingindo a pele, carcaa e rgos internos do animal, provocando hipertrofia dos gnglios regionais, formao de abscessos em vrias partes do corpo, que quando se rompem apresentam uma massa cinza esverdeada e inodora.

O contgio ocorre pelo solo, gua, alimentos contaminados por fezes de animais doentes, muco nasal e bucal, descargas purulentas e pelas feridas na pele FALCO, , p. A bactria penetra no organismo atravs de ferimentos, arranhes ou mesmo da pele intacta, alcana a linfa e atinge os linfonodos regionais, a partir disso ocorre infeces sistmicas em menor proporo por ser infeco da via respiratria, digestiva, genital e cordo umbilical FALCO, , p.

Essa bactria produz esotoxina que atravs da fosfolipase tem efeito vasognico, ataca as clulas endolteliais causando microhemorrgica e leses vasculares. Com isso aumenta a permeabilidade do vaso predispondo a disseminao da bactria do local da infeco primria linfonodo para outros rgos pulmes, mesentrio, etc.

FALCO, , p. Ao norte da Bahia e estado de Pernambuco no se faz tosquia, caudectomia e raramente marcao na orelha, fazendo com que a bactria penetre pelas vias areas e transcutnea. Pelas condies sanitrias serem precrias a infestao por vias digestivas sempre menor em todas as regies por serem poucos animais que apresentam leses intestinais e nos linfonodos mesentricos. Em qualquer rgo que a bactria se instale surge um pus denso branco amarelado podendo ficar verde ou cinza pela contaminao de outras bactrias da flora comum, aumentando lentamente, assumindo grande dimetro de 1 a 2 cm.

Com o tempo esse pus fica seco caseoso e ao longo do tempo com o processo j instalado acima de seis meses fica muito seco e range ao corte por sofrer infiltrao de sais de clcio tendo um aspecto de cebola cortada FALCO, , p. Sinais Clnicos A Linfadenite Caseosa LC caracterizada pela presena de abcessos nos linfonodos superficiais e internos, acarretando na desvalorizao da pele para fins industriais.

Os linfonodos internos freqentemente provocam problemas respiratrios e hepticos, com menor freqncia, o reprodutivo e o nervoso levando os animais a se apresentarem extremamente caquticos. Em casos crnicos nas leses viscerais o animal apresenta severo grau de anemia e hipoproteinemia devido a anorexia. Macroscopicamente o animal apresenta os linfonodos aumentado de volume, obtendo uma espessa capsula de tecido conjuntivo envolvendo o material purulento seco ou pastoso com grnulos de colorao amarelo esverdeado.

Em alguns casos a LC visceral assintomtica, sendo diagnosticada quando os animais vo ao abate. Porm se a doena assume grande incidncia no rebanho, os animais podem apresentar caquexia progressiva, anemia, hiperplasia dos linfonodos superficiais, dispnia e mastite nodular. Em ovelhas comum a disseminao nos linfonodos mamrios que leva a queda na produo leiteira levando a desnutrio e morte dos cordeiros constituindo uma perda econmica considervel.

Diagnstico Para etinkaya et al. Nas carcaas realizar exames ps-morte para verificar presena de abscessos internos em rgos como fgado e pulmo FALCO, , p. Na necropsia observa-se muitas vezes magreza e abcessos de pele e nos gnglios linfticos constituindo ndulos de vrios tamanhos cinza esverdeado de consistncia caseosa a pastosa, estando freqentemente estratificada em camadas como a de cebola e esto rodeados por uma cpsula consistente de tecido conjuntivo.

Em geral os ttulos de anticorpos nos animais vacinados alcanaram seu pico na quinta semana ps-desafio, e diminuram pela oitava semana. Na Tabela 1 se tem os sintomas e as causas que confundem no diagnstico da LC na forma superficial e visceral. Tabela 1 - Diferenciao das formas superficial e visceral de linfadenite caseosa.

Linfadenite caseosa recomendaes e medidas profilticas. Acesso: 06 de janeiro de A linfadenite caseosa visceral de difcil diagnstico nos testes laboratoriais, com possvel leucocitose com ndice linfoctico, hiperfibrinogenemia, hipergamaglobutinemia, hipoproteinemia secundria, diminuio do apetite, m absoro, peritonite crnica na abdominocentese, deteco de anticorpos no soro ALVES; OLANDER, , p. Na forma subcutnea h demonstrao de alta prevalncia. O diagnstico confirmado por bipsia de linfonodo ou abcesso subcutneo ou necropsia com encontro de leses e da disposio concntrica de pus, mas o definitivo isolar a bactria em gar sangue podendo ser identificada em 48 horas aps a inoculao aerbica.

A identificao da bactria permite fazer diagnstico diferencial entre os abcessos encontrados fora do sistema linftico e mesmo dentro deles, tambm podendo fazer testes sorolgicos mostrando a presena de antitoxinas no soro dos animais infectados soro neutralizao e atravs de testes cutneos ALVES; OLANDER, , p. Segundo os autores acima, em outro trabalho que tratou da comparao de quatro testes sorolgicos para o diagnstico da linfadenite caseosa, o duplo teste ELISA ELISA A desenvolvido para a deteco de infeco por Corynebacterium pseudotuberculosis em caprinos e ovinos foi modificado para melhorar sua sensibilidade.

Estudos realizados comparando-se dois outros testes ELISAs C e D desenvolvidos na Austrlia que, respectivamente, detectam anticorpos de antgenos da parede celular ou toxina. O objetivo do trabalho de Dercksen et al. Contudo, muitos soros de ovinos reagiam no especificamente neste teste. O teste foi ento modificado em quatro formas: Primeiramente o perodo de incubao com o antgeno foi encurtado de uma noite para uma hora.

Isto foi feito para testar o menor tempo de consumo e com isso tornou-se mais conveniente; Em segundo, o Twenn 20 e o soro normal de coelho foi substitudo pelo Tween 80 e soro fetal de gado no tampo para reduzir o nmero de reaes no especficas; Em terceiro lugar, o conjugado foi trocado por um anticorpo monoclonal contra IgG1 bovino para reduzir reaes no especficas e nveis de base, este conjugado foi previamente provido de um ELISA Brucella para pequenos ruminantes, e; Em quarto lugar, foi usado o cromgeno TMB, que na experincia dos autores foi mais sensvel do que o cido 5-aminosaliclico.

Acessos sorolgicos de uso comum para identificao do ovino infectado so geralmente dificultados pela baixa especificidade e sensibilidade dos testes disponveis. O objetivo do estudo de Prescott et al. Um teste interferon-gama comercialmente disponvel foi usado e otimizado usando-se ovelhas experimentalmente infectadas. O teste foi tambm realizado em ovelhas negativas.

Ajustando uma densidade tica INF-gama a 0. A resposta INF-gama do sangue total da ovelha para antgenos de C. O estudo de anticorpo monoclonal sugeriu que este teste, baseado na deteco da resposta de INF-gama para todos os antgenos celular, tem valor na deteco de da infeco na ovelha. Um extrato celular total foi usado como antgeno de fase slida e soro de uma cultura de animal positivo serviu como o padro interno de referncia.

Para etinkaya et al. Os animais somente retornam ao rebanho aps estarem totalmente sos, com feridas cicatrizadas. A aplicao de antibiticos e quimioterpicos pouco econmica e no d bons resultados, utiliza-se mais as medidas profilticas visando reduzir a incidncia da doena no rebanho como: inspeo peridica do rebanho, isolar os animais com abscessos, realizar inciso cirrgica antes que os abscessos se rompam espontaneamente ALVES; PINHEIRO, , p.

No caso de antibitico deve ser administrado terramicina, clorafenicol associado com DMSO e penicilina, vo obtendo bons resultados apesar da bactria ser sensvel, elas ficam protegidas por abcessos de parede espessa BEER, , p.

Paton et al. Cada qual foi tosquiado bem baixo a 0, 2, 4, ou 8 semanas antes do banho em soluo contendo C. Amostras de sangue foram tomadas 6 semanas depois e as ovelhas abatidas 12 semanas aps o banho. Um quinto grupo menor de 14 ovelhas foram tosquiadas 26 semanas antes do banho, foi tambm exposto a C.

A proporo de ovelhas que foram soro-convertidas a toxina C. De onde se conclui que banho feito at 8 semanas aps a tosquia Ovelhas no diminuiu a taxa de infeco aps por C. Profilaxia Segundo Blood e Radostits , p.

Existem vacinas de clulas mortas do C. Segundo Prescott et al. No trabalho realizado por Alves; Olander , p. Os animais apresentaram-se clinicamente normais. Dos quatro ao sete dias aps o desafio observou-se reao inflamatria com formao de pequeno abcesso no local da inoculao que persistiu por quinze dias.

Do dia dois at o dia 35 ps-desafio o linfonodo prfemural direito apresentava-se aumentado de volume em todos os animais. Segundo Hodgson et al. Ainda segundo Hodgson et al. Este procedimento no somente provm um meio para remover um tratamento qumico generoso, mas tambm uma oportunidade para aumentar a expresso do gene, com isto melhorando o rendimento de protena.

Usando-se metagnese de locais especficos o C. Desde que no h nenhuma diferena aparente na imune resposta montada por ovelha vacinada a razo desta variao na eficcia da vacina permanece ainda no clara. Apesar da inativao gentica poder ser conveniente como um meio para produzir vacinas toxides, seu uso para desenvolver uma nova vacina para linfadenite caseosa no traz benefcios sobre a formulao convencional HODGSON et al. A eficcia foi determinada da resposta sorolgica vacinao, prevalncia e tamanho das reaes no local da injeo e a incidncia de abscessos de linfadenite caseosa STANFORD et al.

De uma forma geral, ttulos de anticorpos aglutinantes para C. Os ttulos de anticorpos alutinados para animais vacinados com Glanvac no diferiram daqueles do controle em qualquer ponto durante o perodo de 12 meses aps vacinao. Os animais vacinados com a vacina experimental tambm tiveram uma incidncia reduzida de abscessos por C. Em mutantes atenuados de C. Foi clonado e sequenciado os genes aroB e aroQ do C.

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Marlia Gomes Ps-graduanda em Zootecnia 2. ExtensivoSemi-intensivoIntensivoDefinido pelo manejo nutricional 3. Adotado em grandes propriedadesPastejo e alojamentoProduo de carne e peleCaracterstico no Norte e Nordeste 4. Vantagens:gua naturalSombreamentoMo de obraCustos 5.

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Pseudotuberculose Caprinos e Ovinos

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